Tese de impacto para inclusão produtiva
e crescimento do PIB até 2030
27,9 milhões de pessoas movem o Brasil todos os dias. São microempreendedores. Trabalham por conta própria, constroem negócios com o que têm e sustentam famílias inteiras. Mas a maioria ainda opera na invisibilidade — sem CNPJ, sem crédito, sem proteção.
E se mudar isso pudesse transformar o país?
A Aliança Empreendedora traz dados inéditos sobre o microempreendedorismo brasileiro entre 2016 e 2025 — e uma tese de impacto para o crescimento do PIB até 2030.
A pesquisa mostra que a formalização não é só um registro burocrático. É o ponto de virada entre sobreviver e crescer. Microempreendedores com CNPJ ganham, em média, 9,5% a mais. No Nordeste, esse ganho chega a 16%. E para cada 10 pontos percentuais de aumento na formalização, a atividade econômica estadual cresce cerca de 1 ponto percentual. No horizonte de 2030, isso se traduz em até R$ 181 bilhões a mais no PIB — e milhões de famílias com mais renda, mais estabilidade e mais futuro.
Entre os 10,4 milhões de microempreendedores no CadÚnico, 7 em cada 10 ainda vivem em extrema pobreza. Os dados mostram que incluí-los produtivamente não é apenas uma agenda social. É a estratégia mais inteligente de crescimento que o Brasil pode adotar agora.
Acesse o estudo completo e conheça as evidências.
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